Já não bastava se ter uma RED ONE pra sacudir o mercado, agora temos o mesmo equipamento renovando a forma de usar telecine com Super 8. Isso graças a um protótipo que usa a RED ONE camera junto ao sistema Moviestuff Workprinter XP, um telecine adaptado especialmente para se usar com a Red, que graças a entrada de sua interface, ela captura a 30 frames por segundo no modo 4K. Ainda é necessário um bom conhecimento ótico entre a RED e o novo telecine, mas acreditamos que isso vai dar vida aqueles que se prendem ao Super 8.
Martin Scorsese faz uma homenagem a Hitchcock em uma propaganda para a espanhola Freixenet. “Em Key to Reserva”, Scorsese conta que tem em mãos um trecho de um roteiro inédito de Hitchcock. Segundo o diretor, são três páginas e meia, com uma faltando no meio, nunca filmadas. “E nós vamos fazê-lo!”, diz Scorsese. Muito bom!
Scorsese também é referência.
Postô, postô
(private joke)
CQC (Custe o Que Custar), o novo programa da BAND mistura jornalismo e humor, informação e entretenimento. É apresentado por comediantes com o mote de “descobrir o que todos querem saber mas ninguém tem coragem de perguntar”. Segue abaixo dois quadros do programa de estréia.
Pra quem não sabe nada, nem o que significa VFX (Visual Effects, ou Efeitos Visuais - agora você sabe!), aqui vai o primeiro post (da série que irei apresentar aqui) VFX for Dummies.
A técnica é velha, mas até o homem do tempo a usa.
O processo, criado no final dos anos 30, permaneceu basicamente inalterado por décadas. Um ator era filmado em um palco diante de uma parede ou pano azul ou verde, e então uma cena de fundo diferente era filmada. Os técnicos removiam a cor do fundo com uma máscara, produziam transparências positiva e negativa, sobrepunham manualmente as fitas e as projetavam em um filme virgem – criando assim a cena composta final. Esse exercício de “impressão óptica” era chato e caro, mas eficaz. Depois, outro processo foi desenvolvido para a televisão.
O fundo podia ser de qualquer cor, mas como o vermelho, o verde e o azul correspondem às três camadas de emulsão do filme e aos três canais de cor da câmara de televisão, são mais fáceis de filtrar. Acontece que o vermelho é comum em tons de pele, e mascará-lo poderia complicar o aspecto da pele; assim, essa cor é evitada.
Apenas em meados dos anos 90 é que entrou em cena um processo totalmente computadorizado, pelo qual um programa converte os quadros do filme em arquivos digitais e permite que os artistas os manipulem .
Os cineastas prontamente abraçaram a técnica por ser mais rápida, barata e refinada. Hoje, a maioria dos filmes é montada digitalmente.
No entanto, os editores ainda precisam supervisionar o procedimento, corrigindo cores e acertando os contornos para que os espectadores não percebam aparições fugazes. “Apesar da tecnologia, o processo ainda é uma forma de arte e exige o toque humano”, reconhece Chris Cookson, diretor chefe de tecnologia da Warner Bros. Entertainment, em Burbank, Califórnia. O sucesso nos grandes estúdios gerou programas mais simples para fãs de vídeo digital e doméstico, como o Final Cut 6 e o Avid Xpress. Os produtos “quase equivalem a um sistema de edição e efeitos especiais de US$ 30 mil, em um pacote de software que sai por US$ 1.200”, garante Walter Graff, diretor e cinegrafista de Nova York. Agora, se um entusiasta dispõe de olho e talento para explorar essas ferramentas como um profissional, já é outra história.
Muitos filmes de terror basearam-se em histórias fantásticas, psicopatas, mortos-vivos… mas nada assusta mais do que um filme com crianças. Pois é nessa batida que está sendo lançado no dia 21 de março “The Orphanage”. O primeiro filme do diretor Juan Antonio Bayona está sendo aclamado pela crítica européia como o renascimento do “terror clássico”. O filme conta a história de uma mulher, que resolve comprar a casa onde ficava o orfanato em que foi criada, para morar com o marido e o pequeno filho Simon (eis aí a criança). Partindo desses ingredientes, adicionando alguns amigos imaginários, “The Orphanage” parece seguir a risca todos os “manuais” dos filmes de terror. Como dito pelo crítico Olly Richards, o filme segue a linha de “O Iluminado”, com pitadas de “Psicose”, “O Bebê de Rosemary” e outros.
De acordo com tudo o que está sendo dito, o filme parece que realmente vale a pena.
Segue abaixo o trailer.
Para quem não sabe, Lensbaby é uma lente 50mm de foco seletivo um tanto quanto peculiar. Trata-se de um tubo de plástico que pode ser comprimido e dobrado de um lado ao outro, mudando assim a direção e a distância do foco. O resultado são fotografias de grande qualidade onírica que apresentam uma pequena área de foco que vai ficando progressivamente desfocada na direção das extremidades do enquadramento. Com uma abertura f2.0, a lente proporciona imagens com curta profundidade de campo e pouco ruído.
Abaixo, alguns exemplos de fotografias tiradas com a lente.
Já bastante difundida entre os admiradores da fotografia still, a lente agora começa a se popularizar no cinema. Já existe até uma versão especial recentemente lançada para câmeras 16 e 35mm com PL-mount. Também está disponível para câmeras de vídeo, desde que se usem adaptadores.
Em O Escafandro e a Borboleta, dirigido por Julian Schnabel e fotografado por Janusz Kaminski, a Lensbaby teve função essencial para o desenvolvimento da narrativa. O filme conta a história da recuperação de um homem depois de acordar de um coma induzido. A Lensbaby foi usada em diversas sequências do filme, definindo o ponto de vista mental do personagem principal, em seu estado quase vegetativo. Uma opção que, em outras circunstâncias, poderia ser considerada puramente estética, nesse caso foi primordial para a progressão dramática/narrativa do filme, já que ela nos proporciona não só ver o que o personagem está vendo, mas também como ele vê, dando indicativos do seu estado mental e emocional.
Confira abaixo o trailer do filme e um clipe da cena feita exclusivamente com a Lensbaby.
O Escafandro e a Borboleta ganhou o Globo de Ouro de melhor direção para Julian Schnabel e foi o melhor filme estrangeiro. O filme ainda concorreu ao Oscar deste ano nas categorias de melhor direção, direção de fotografia, roteiro adaptado e edição.
Para mais videos feitos com a lente, acesse o site.
http://www.lensbabies.com/products/3gpl/
Há algumas semanas a Sony, criadora do Blu-ray venceu o DVD HD, padrão que a Toshiba defendia para o novo formato de DVD no mercado. Com qualidade “Full HD” o formato Blu-Ray segue o padrão de 1920 x 1080 pixels conta o velho padrão 720 x 480 pixels do formato do DVD atual. Lembrando que para se tirar proveito de toda essa qualidade é necessário uma TV LCD ou Plasma com a mesma definição, coisa que hoje não é pra qualquer um. Os títulos por sua vez vão aparecendo timidamente nas prateleiras das melhores lojas brasileiras enquanto já tem cerca de 30 por cento de espaço no departamento de DVDs nas lojas do Tio Sam. Das grandes empresas que defendiam o formato derrubado da Toshiba estavam Microsoft além da própria Toshiba já do lado da Sony estão Apple; Panasonic; Philips; Pioneer dentre outras marcas poderosas do mercado.
Hoje vou postar as fotos, que vi há alguns dias atrás, de um editorial incrível da revista “Vanity Fair”.
Atores como Robert Downey Jr, Gwyneth Paltrow, Jodie Foster, Javier Bardem, Scarlett Johansson, Charlize Theron e Marion Cotillard foram fotografados pela revista, que recriou cenas clássicas de filmes de Hitchcock .
A preocupação nos detalhes impressiona. Afinal, como a revista mesmo destaca, o diretor era um perfeccionista, sabia exatamente como queria que cada cena saísse. Tinha um domínio impressionante da narrativa visual - resultante, antes de mais nada, de uma decupagem sofisticada.